O Governo prolongou este domingo o estado de calamidade até dia 8 de fevereiro. «Quer isto dizer que se mantém em vigor todas as áreas de coordenação operacional e as medidas que agilizem procedimentos para enfrentarmos situações de adversidade climatérica que ainda temos pela frente», referiu o primeiro-ministro, sendo expectável que existam cheias e inundações nos próximos dias.
Luís Montenegro garantiu ainda que vão existir apoios para «intervenções de reconstrução de habitação própria e permanente para intervenções até 10 mil euros» acessíveis a todos os cidadãos e famílias, sem necessidade de documentação nos casos em que não haja cobertura de seguro aplicada.
O Conselho de Ministros decidiu ainda implementar «um regime de isenção de contribuições à Segurança Social para as empresas atingidas nestas zonas afetadas para os próximos 6 meses» bem como o funcionamento de «um regime simplificado de “lay-off” nos próximos 3 meses» e ainda «uma moratória de 90 dias para os empréstimos às empresas e ao crédito à habitação».
Luís Montenegro garante ainda que «foi criada uma linha de crédito de mil milhões de euros» para os trabalhos de recuperação das estruturas empresariais» disponível em três semanas.
De acordo com o primeiro-ministro o valor total dos apoios públicos para responder às consequências da tempestade Kristin serão no valor de 2.500 milhões de euros.
Há 60 concelhos que registaram danos avultados após a passagem da tempestade.


