Sociedade

Operação “Rota Final”: Presidente da Câmara de Pinhel diz que «não é corrupto, nem quer estar associado a tal conotação»

Escrito por Luís Martins

«Não somos corruptos, nem queremos estar associados a tal conotação», reage Rui Ventura, presidente da Câmara de Pinhel, à operação “Rota Final” realizada pela Polícia Judiciária (PJ) na quarta-feira e que implicou buscas no município da “cidade-falcão” e em mais 17 autarquias do Norte e Centro do país, entre as quais Almeida, Belmonte, Fundão e Guarda.

Em comunicado enviado a O INTERIOR esta sexta-feira, o autarca considera que o nome da Câmara de Pinhel foi envolvido «de forma abusiva» no caso e esclarece que «as relações contratuais que o município mantém com a Transdev encontram-se devidamente enquadradas nos procedimentos legais em vigor». 

Rui Ventura acrescenta que desde a sua toma de posse, a 9 de outubro de 2013, «os valores dos contratos de transportes escolares foram reduzidos em 145,860 euros» e que a autarquia atuou «sempre com transparência e rigor, na defesa do interesse público e dos cidadãos deste concelho».

«A correção e transparência nos procedimentos deixam-nos tranquilos e motivados, como sempre, para continuar a trabalhar em prol do desenvolvimento das pessoas e do concelho de Pinhel», conclui o edil, dizendo-se disponível para «qualquer esclarecimento suplementar dos munícipes ou de quem estiver interessado».

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Luís Martins

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