Sociedade

Nova estrutura orgânica da Câmara da Guarda tem dois departamentos e 14 divisões

Escrito por ointerior

Na sexta-feira, o executivo aprovou, por maioria, com a abstenção dos três eleitos do PS e da coligação PSD/CDS/IL, a nova estrutura orgânica dos serviços municipais, que vai passar a ter dois departamentos (Gestão do Território e Social e Serviços Partilhados) e 14 divisões, sete em cada departamento. Já as secções passaram de 13 para 3.
«Passados quatro anos, entendemos fazer algumas alterações, não alterámos tudo, porque há determinados setores que não estão a funcionar ou não estão a funcionar de acordo com o esperado», justificou Sérgio Costa. O presidente referiu que as chefias foram reduzidas «ligeiramente» e que a nova estrutura permitirá uma ligação «mais direta entre o poder político e as respetivas divisões, departamentos ou gabinetes» para que a orgânica do município possa funcionar melhor.
António Monteirinho (PS) estranhou a mudança quatro anos depois da Deloitte ter implementado alterações, tanto mais que, desta vez, não foi apresentado o relatório de avaliação da estrutura aprovada em 2022 e os fundamentos desta decisão. Por isso, o socialista considerou que a nova estrutura orgânica reflete «aquilo que é a ambição política do atual executivo» e tem um impacto financeiro da ordem dos 360 mil euros em termos salariais. João Prata (PSD/CDS/IL) chamou a atenção para a consultora ter recebido cerca de 120 mil euros em quatro anos pelos dois estudos. «Vamos verificar se agora, com esta nova estrutura, os munícipes vão ser realmente mais bem atendidos e ver os seus problemas e todas as questões pendentes resolvidas de forma mais célere.

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