Sociedade

IPG consegue ocupar quase 63 por cento das vagas

Escrito por Jornal O Interior

Com mais 78 estudantes, Politécnico da Guarda é a terceira instituição de ensino superior do país que mais aumentou o número de colocados relativamente a 2018

O Instituto Politécnico da Guarda (IPG) é uma das três instituições de ensino superior que mais aumentaram o número de alunos colocados este ano relativamente a 2018. E é, a seguir a Viseu, o segundo Politécnico do interior com a melhor taxa de colocação.

Segundo dados do Ministério da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior (MCTES) divulgados após a terceira fase de acesso, o IPG registou mais 76 novos alunos do que no ano transato e o terceiro maior aumento de colocados. À frente ficaram os Politécnicos de Setúbal (mais 126 estudantes) e Bragança (mais 90). De acordo com o comunicado final da tutela, o Politécnico guardense tinha inicialmente 734 vagas, tendo conseguido ocupar 62,7 por cento após a terceira fase de acesso – em que foram colocados mais 26 estudantes –, o que corresponde a 460 novos alunos. Da lista de 33 instituições com mais crescimento consta também a Universidade da Beira Interior (UBI), que surge no sexto lugar com mais 59 alunos do que em 2018, e o Politécnico de Castelo Branco é 11º com mais 38 estudantes.

Na Guarda, os cursos de Marketing, Gestão de Recursos Humanos e Desporto viram todas as vagas preenchidas, enquanto os cursos de Engenharia Civil, Contabilidade, Design e Equipamento, Energia e Ambiente, e Restauração e Catering não tiveram qualquer candidato. Por isso, o IPG não conseguiu preencher 178 vagas. Estes lugares sobrantes podem ainda ser utilizadas para admissão no primeiro ano dos candidatos aos concursos especiais, como maiores de 23 anos, ou pelos estudantes que querem mudar de instituição e de zona. Só depois desta fase de candidaturas é que ficará fechado o acesso ao ensino superior. No total nacional, este ano sobraram 2.607 vagas nas instituições públicas, mais do que o total de candidatos que não conseguiram colocação nas suas opções, segundo dados do MCTES.

O Ministério sublinha que o total de alunos colocados fora de Lisboa e Porto aumentou, «reflexo das medidas de redistribuição territorial de vagas assumidas durante a presente legislatura». Este ano foram colocados no ensino superior mais de 46 mil estudantes, mais 1,6 por cento do que no ano passado.

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