Este sábado o Museu do Côa, em Vila Nova de Foz Côa, acolhe as exposições “Cartografia da Pós Saudade” e “Mónada – Do rio até ao Mar” para assinalar o 27º aniversário da inscrição da Arte Côa no Património Manual da UNESCO. A Arte do Côa foi classificada como Monumento Nacional em 1997 e, em 1998, como Património Mundial pela Organização das Nações Unidas para a Educação, Ciência e Cultura (UNESCO).
A mostra “Cartografia da Pós Saudade”, do artista Ricardo de Campos, reflete sobre a despersonalização do indivíduo, afastado de si mesmo e da natureza. A outra exposição, “Mónada – do Rio até ao Mar”, de Araújo Zilhão, propõe “uma travessia entre o íntimo e o infinito numa constante inquietação na busca pela humanidade: Perante a vida e o outro. Perante a arte e as modalidades. Perante o espírito uno e as perceções globais e alienadas”.
Como uma imensa galeria ao ar livre, o Parque Arqueológico do Vale do Côa ocupa 20 mil hectares de terreno que estão distribuídos pelos concelhos de Vila Nova de Foz Côa, Mêda, Pinhel e Figueira de Castelo Rodrigo, no distrito da Guarda, a que se junta o concelho de Torre de Moncorvo, no distrito de Bragança, com manifestações de arte rupestre.


