O executivo da Câmara da Guarda reuniu esta terça-feira extraordinariamente para repetir a votação das propostas para a constituição dos órgãos sociais da empresa municipal “Guarda Viva” (Conselho de administração e Mesa do Conselho Geral).
Recorde-se que a votação, na reunião anterior, foi polémica já que a participação na votação do presidente do município, Sérgio Costa e do vice-presidente, António Fernandes, suscitou muitas dúvidas, segundo o Código do Procedimento Administrativo, tendo em conta que ambos constam da proposta para os órgãos sociais da empresa.
Há uma semana, o documento mereceu a abstenção do vereador do PS, António Monteirinho e também de João Prata da coligação PSD/CDS/IL.
Alexandra Isidro, também da mesma coligação, não votou a proposta por ser funcionária da autarquia.
Esta tarde, as propostas para a constituição dos órgãos sociais da empresa municipal foram novamente a votação e receberam o voto favorável dos vereadores Rui Melo e Claúdia Guedes do PG e duas abstenções, de António Monteirinho (PS) e João Prata (PSD/CDS/IL).
A vereadora Cláudia Guedes (PG) foi escolhida pelo executivo para ser a representante na Assembleia da empresa municipal “Guarda Viva”.
Cabe precisamente a Claúdia Guedes proceder à instalação da Mesa, formada por Luís Couto, Orlando Faísca e João Logrado, e consequentemente, colocar à votação a proposta com os nomes, indicados agora pelo executivo (Sérgio Costa, António Fernandes e Luciano Calheiros) para o Conselho de Administração.
A empresa municipal “Guarda Viva – Renovação Urbana e Gestão do Património Edificado, S.A.” vai gerir o património imobiliário e os parques industriais do concelho.



