As eleições presidenciais aproximam-se e a democracia espera o contributo de todos.
O próximo Presidente da República Portuguesa deverá possuir os valores humanistas que nos caracterizam enquanto povo, pois será ele o nosso maior representante. Importa relembrar que a ação deste Chefe de Estado é limitada, pois um Presidente da República não tem funções governativas; é antes um árbitro do governo, na medida em que pode (e deve) fiscalizar a sua ação e garantir o cumprimento da Constituição.
Ao escolhermos o Presidente da República, escolhemos quem nos representa, quem dá rosto ao país e quem assegura o equilíbrio das instituições.
É, por isso, um cargo que exige ponderação, ética, sentido de justiça e um profundo respeito pelo país.
António José Seguro reúne essas qualidades. Ao longo do seu percurso público mostrou preparação, conhecimento das instituições e uma forma de estar marcada pelo diálogo, elevação e responsabilidade.
Vindo do interior, conhece de perto as dificuldades de quem vive longe do centro de decisões, dos serviços e das oportunidades plenas. Conhece o ritmo lento dos territórios esquecidos, a persistência das suas gentes, a importância da proximidade e o valor da escuta. Vive nas Caldas da Rainha e cuida das suas vinhas em Penamacor, sua terra berço. É, por isso, um de nós e não é um qualquer. É alguém com a coragem de enfrentar estes tempos de desrespeito, intolerância e mentira. Alguém que percebeu que a Democracia, a ética e a liberdade precisam de humanistas de verdade, alguém que decidiu avançar para defender um Portugal justo, livre e empático. Esta é a hora de António José Seguro.
Num momento em que a Constituição da República Portuguesa é muitas vezes tratada com ligeireza e até com desdém, Seguro vem relembrar-nos de que a Constituição é um pacto civilizacional, resultado de lutas, consensos e aprendizagens históricas, defendendo-a, por isso, com respeito e lucidez, consciente de que cabe ao Presidente protegê-la, interpretá-la e fazê-la cumprir e não moldá-la ao sabor das circunstâncias ou das conveniências políticas do momento.
A Presidência da República exige equilíbrio, experiência e uma visão ampla do país. Exige alguém capaz de unir, de ouvir e de representar todos os portugueses, independentemente das suas opções políticas. Exige um olhar atento às fragilidades sociais e uma palavra de amparo nos momentos difíceis.
Votar em António José Seguro é escolher um Presidente fiel aos valores democráticos, é apostar na estabilidade, no respeito institucional e numa relação honesta com os cidadãos.
Num tempo que precisa de verdade e confiança, votemos pelo Seguro. E votar pelo Seguro é um gesto consciente a favor da liberdade, do respeito e da justiça social. É votar pela elevação das instituições; pela elevação de um país.
Votar pelo Seguro é votar no Homem que de tudo fará para bem nos defender, representar e emancipar.


