Cultura

SIAC chegou ao fim na Guarda

Escrito por Luís Martins

O Simpósio Internacional de Arte Contemporânea (SIAC) terminou este domingo na Guarda.

A sessão de encerramento decorreu no antigo Cine-Teatro, que acolheu oficinas, exposições e artistas a trabalhar ao vivo.

Para Carlos Chaves Monteiro, presidente do município, o balanço da quarta edição do SIAC é «positivo, motivador e obriga-nos a ter cada vez mais motivação na realização do próximo simpósio».

Este ano, o SIAC envolveu 130 artistas de 15 países, que trabalharam durante 14 dias na Guarda. Organizado pela autarquia e pelo Museu, o simpósio teve como tema “Terra Herdada – Paisagens Legadas” e  contou com oficinas e workshops de pintura, escultura, exposições, gravura, cerâmica, desenho, fotografia, instalações, cinema, poesia experimental, recitais de poesia, colóquios, cursos de formação artística, música contemporânea e dança, bem como pintura e escultura ao ar livre.

As atividades decorreram no museu, na Praça Luís de Camões, na Torre de Menagem, no Teatro Municipal e no antigo Cine Teatro, fechado desde 1987. Em destaque esteve a exposição conjunta de Pedro Cabrita Reis, Rui Chafes, José Pedro Croft e Zulmiro de Carvalho, bem como um tributo à poetisa Sophia de Mello Breyner Andresen cujo centenário do nascimento está a ser comemorado em Portugal.

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Luís Martins

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