O velho projeto da construção da Barragem de Girabolhos no limite do distrito da Guarda com o de Viseu (Seia, Gouveia, Mangualde e Nelas), que o Plano Hidrográfico de 2010 considerava essencial para a produção hidroelétrica, reserva de água, regadio e gestão dos caudais de água para o Mondego, voltou a centro das atenções no contexto das cheias. Em 2016 foi lançado o concurso para a construção ganho pela Endesa, que teria de a pagar para fazer a sua exploração. O Governo de António Costa anulou o processo por considerar que o país não precisa dessa barragem. Em 2026, com o baixo Mondego inundado, Luís Montenegro decide anunciar a construção a pagar pelo Estado.


