Mais de 11 milhões de eleitores são chamados, este domingo, a escolher o novo Presidente da República, que vai suceder a Marcelo Rebelo de Sousa, que atingiu o limite de mandatos.
Há 11 candidatos, um número recorde: André Ventura, André Pestana, António Filipe, António José Seguro, Catarina Martins, Jorge Pinto, Henrique Gouveia e Melo, Humberto Correia, João Cotrim de Figueiredo, Luís Marques Mendes e Manuel João Vieira.
No entanto, os boletins de voto vão ter 14 nomes. São eles Joana Amaral Dias, Ricardo Sousa e José Cardoso que, por terem apresentado irregularidades nas listas que apresentaram ao Tribunal Constitucional, não vão poder ser eleitos. Os votos nestes candidatos serão considerados inválidos.
As assembleias de voto abriram às 8 horas em Portugal Continental e na Madeira e encerram às 19 horas – nos Açores, abrem e fecham uma hora depois devido à diferença horária.
Esta eleição deverá ser disputada em duas voltas, sendo que a segunda está marcada para 8 de fevereiro entre os dois candidatos mais votados hoje.
Para o novo Presidente da República ser eleito este domingo, o candidato mais votado terá que ter mais de metade dos votos válidos contabilizados.
Até agora, já foram eleitos cinco Presidentes da República – todos cumpriram dois mandatos de cinco anos: António Ramalho Eanes (eleito em 1976), Mário Soares (1986), Jorge Sampaio(1996), Aníbal Cavaco Silva (2006) e Marcelo Rebelo de Sousa (2016).
Nestas eleições presidenciais estão inscritos 11.039.672 eleitores (emigrantes incluídos), mais 174.662 do que nas presidenciais de 2021. No distrito da Guarda, o universo eleitoral é de 138.537 eleitores.


