Está concluída a criação da Guarda Viva – Renovação Urbana e Gestão do Património Edificado, E.M., S.A. O executivo camarário aprovou esta segunda-feira, por maioria, com a abstenção dos eleitos do PS e da coligação PSD/CDS/IL, a proposta de constituição do Conselho de Administração (CA) e da mesa da Assembleia-Geral (AG).
A empresa municipal vai gerir o património imobiliário e os parques industriais da autarquia. Os estatutos e objetivos da nova entidade já tinham sido aprovados, por maioria, em julho de 2024, mas na altura os vereadores do PSD e PS votaram contra a constituição do CA da Guarda Viva.
Desta vez, a oposição preferiu a abstenção. Sérgio Costa vai presidir ao CA, tendo António Fernandes, vice-presidente da autarquia, como primeiro vogal e Luciano Calheiros, professor do ensino secunário e militante do PSD, como segundo vogal.
Luís Couto, antigo vereador independente, pelo PS, na Câmara e diretor do Estabelecimento Prisional da Guarda, foi indicado para a presidência da Assembleia-Geral. O antigo candidato à autarquia terá como secretários Orlando Faísca, presidente do NERGA, e João Logrado, administrador da Olano.
Saiba mais na próxima edição de O INTERIOR.



