O Governo quer fundir 13 centros de emprego e eliminar 58 cargos de chefia com o objetivo de reorganizar a rede de centros de emprego do Instituto do Emprego e Formação Profissional (IEFP), porém, para a região do interior, a sugestão da tutela é que se faça uma fusão dos Centros de Emprego da Guarda e da Covilhã.
Ora, os deputados socialistas «recusam» a proposta e apontam que a mesma «preocupa a população do interior», pelo que questionam a Ministra do Trabalho, Solidariedade e Segurança Social, Maria do Rosário Ramalho, «se confirma a intenção de proceder à fusão do Centro de Emprego da Guarda com o da Covilhã e, em caso afirmativo, quais são os fundamentos técnicos e estratégicos que justificam esta decisão».
Os deputados do PS quiseram saber também «que avaliação foi realizada sobre o impacto desta medida» e de que forma o Governo pretende «garantir a proximidade e a qualidade do atendimento aos utentes destes concelhos e dos territórios envolventes». O grupo parlamentar defende que, se a medida for avante, «fica em causa a manutenção da proximidade dos serviços públicos às populações com impacto direto na coesão territorial».


