Região

Município do Fundão é finalista do Prémio Políticas Públicas do ISCTE

Escrito por Luís Martins

A Câmara do Fundão é uma das cinco finalistas do Prémio IPPS-ISCTE Políticas Públicas, com o projeto “Ubbu – code literacy”, que permite que os alunos do ensino básico do concelho aprendam programação.

Finalista na categoria de administração local, o projeto estabelece a inclusão das ciências da computação no plano de estudos dos alunos do 1º ciclo com o objetivo de reforçar a sua preparação para uma sociedade digital. A missão do “Ubbu – code literacy” é «levar as ciências da computação até às escolas logo no início da escolaridade, ao capacitar os professores para trabalhar as competências de literacia digital nos alunos desde o 1º ano do 1º ciclo do ensino básico», adianta o município em comunicado.

Através da plataforma ubbu, os alunos aprendem conceitos de programação como algoritmos, condições, eventos, variáveis e funções através de vídeos animados, jogos, exercícios, quizzes e projetos de programação. As aulas são lecionadas por técnicos da autarquia em articulação com os professores titulares. Neste ano letivo o projeto foi implementado em todas as escolas de ensino básico do concelho, abrangendo um total de 1158 alunos.

O Prémio IPPS-ISCTE Políticas Públicas é organizado pelo ISCTE-IUL – Instituto Universitário de Lisboa e pelo seu Instituto de Políticas Públicas e Sociais. Os vencedores serão conhecidos a 29 de novembro, a partir das 10h30, no ISCTE. O galardão distingue as melhores práticas de administração pública em Portugal, tendo uma categoria para projetos da administração central e outra categoria para projetos municipais. Além do Fundão, são também finalistas os municípios de Loulé, Évora, Torres Vedras e Valongo fazem parte dos cinco finalistas.

Esta é a primeira edição do prémio, que vai distinguir iniciativas da administração local e da administração central do Estado que propiciam melhorias às vidas dos cidadãos. Segundo o ISTCE, foram avaliadas 65 candidaturas por um júri presidido por Helge Jörgens, professor do ISCTE.

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Luís Martins

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