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Ministério Público abre inquérito à morte de 17 milhafres-reais no Leomil

Escrito por Luís Martins

O Ministério Público (MP) abriu inquérito à morte de 17 milhafres-reais no Leomil (Almeida), caso que está a ser investigado em colaboração com a GNR e o Instituto de Conservação da Natureza e das Florestas (ICNF).

A informação foi confirmada pela Procuradoria-Geral da República (PGR) à agência Lusa. O inquérito é titulado pelo MP de Almeida, e conta com “a coadjuvação da GNR, Serviço de Proteção da Natureza e do Ambiente e a colaboração do ICNF, IP, em execução do protocolo de atuação do Programa Antídoto”.

O Programa Antídoto, criado em 2004, tem um protocolo de atuação subscrito em 2018 pela PGR, ICNF, Guarda Nacional Republicana (GNR), Instituto Nacional de Investigação Agrária e Veterinária, Faculdade de Medina Veterinária da Universidade de Lisboa, Universidade de Évora (através do seu Hospital Veterinário e Escola de Ciência e Tecnologia), Laboratório de Histologia e Anatomia Patológica da Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro e as ONG ambientais Aldeia e Quercus.

O objetivo é definir um protocolo de atuação em casos de mortes de animais em meio natural por suspeitas de envenenamento, considerando as ameaças à conservação de algumas espécies, o impacto sobre a biodiversidade e os riscos para a saúde pública.

A morte de 17 milhafres-reais, uma ave de rapina protegida por estar ameaçada de extinção, foi descoberta no passado dia 12 por um popular, que denunciou o caso ao ICNF.

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