Já começaram as obras da primeira fase do Porto Seco da Guarda, no terminal ferroviário de mercadorias da cidade, numa empreitada de cerca de 4 milhões de euros adjudicada à Edivalor pelo prazo de nove meses.
A obra é da responsabilidade da APDL – Administração dos Portos do Douro, Leixões e Viana do Castelo e prevê a construção de um edifício administrativo para serviços aduaneiros e inspeções físicas, a extensão das vias-férreas existentes de forma a acomodar comboios de mercadorias com 750 metros de comprimento. Inclui também trabalhos de terraplanagem para permitir a movimentação de mais de 45.000 contentores de 20 pés por ano e a vedação do perímetro e controlo de acessos.
João Neves, presidente da APDL, disse esta quarta-feira que, «em meados de 2026, contamos estar aqui a fazer os primeiros comboios com destinos aos portos de Leixões, Aveiro, ou outro, o mercado o dirá».
Para Sérgio Costa, presidente da Câmara da Guarda, o Porto Seco é uma infraestrutura «importante para a Guarda, para a região e para o país». O autarca acrescentou que a concretização do projeto foi «um dos grandes desideratos deste mandato e agora já ninguém duvida que o Porto Seco vai ser mesmo uma realidade com serviços de alfândega para fazer exportação e importação de mercadorias».
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