Cultura

A música dos Mão Morta coreografada por Inês Jacques

Escrito por Jornal O Interior

Um grupo de músicos e um grupo de bailarinos juntam-se em palco para apresentar uma desconstrução do espetáculo de música e de dança. Será assim “No Fim Era o Frio”, uma criação inédita da mítica banda portuguesa Mão Morta, de Adolfo Luxúria Canibal, e da coreógrafa Inês Jacques que está em cena no TMG este sábado (21h30).
Ao contrário do habitual concerto rock, cabe aqui a seis bailarinos apresentar a música crua e negra da banda de Braga, dando corpo e movimento ao que os seus seis elementos tocam. «O palco funciona assim como um terreiro onde os bailarinos deambulam e a banda cria o cenário que dá sentido a essa deambulação», adianta a produção. O fio condutor é uma «narrativa distópica» onde conceitos como aquecimento global ou subida das águas do mar servem para «questionar e decompor de diferentes paradigmas do quotidiano». Este projeto tem direção artística de Adolfo Luxúria Canibal e Inês Jacques. Os Mão Morta são Adolfo Luxúria Canibal, António Rafael, Joana Longobardi, Miguel Pedro, Sapo e Vasco Vaz. Por sua vez, os bailarinos são Beatriz Valentim, Diana Vieira, Francesca Bertozzi, Inês Jacques, Luís Guerra e Ricardo Pereira.

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