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LIN-Lavandaria Industrial cumpre três décadas de existência

Escrito por ointerior

Empresa certificada da Guarda presta serviços de lavagem de roupa nos setores hospitalar, hoteleiro e residências sénior

Foi constituída em 1995 e começou a atividade no final do primeiro trimestre do ano seguinte. A LIN-Lavandaria Industrial, com sede na Guarda, dedica-se há três décadas ao negócio da lavagem industrial de roupa, especificamente roupas provenientes de hospitais, hotéis e residências sénior «com reconhecida qualidade e um elevado nível de higiene», garante o administrador Paulo Estêvão. A recolha e entrega também é assegurada pela empresa, situada no parque industrial da cidade.
A LIN foi fundada pelo pai de Paulo Estêvão, que entrou no negócio em 2015. «Temos feito a empresa crescer de forma sustentável e tivemos a última aquisição, em 2019, com a entrada do meu irmão Afonso Estêvão. Temos crescido de forma contínua, sempre com sustentabilidade», afirma.
Certificada desde 2007, a LIN atua principalmente nos setores hospitalar, hotelaria e residências sénior. «Estamos mais focados no setor da hotelaria, porque as nossas máquinas são de grande capacidade, mais moldadas para esse setor», explica Paulo Estêvão.
Na LIN – Lavandaria Industrial, «conseguimos lavar 200 toneladas de roupa por mês e estamos a trabalhar apenas num turno. Acabam por ser as próprias máquinas a fazer grande parte do serviço. São máquinas industriais onde os processos estão praticamente todos automatizados, desde a entrada até ao acabamento e embalamento».

Todo este trabalho é garantido por uma equipa de 25 pessoas formadas e especializadas. «A entrega e a recolha também são sempre asseguradas por nós, através dos nossos motoristas, ou seja, o processo começa na recolha da roupa. Já dentro da lavandaria é feita uma triagem, uma separação da roupa por tipologia e sujidade para posterior lavagem, secagem e calandragem que acaba por ser uma engomagem industrial».
Embora os processos sejam automatizados, «não conseguiríamos trabalhar sem mão-de-obra especializada, formada e treinada. Temos funcionários com 25 anos de casa que acabam também por ser um orgulho para nós». O historial da empresa também ajuda na formação de novos talentos. «Os funcionários que têm crescido connosco acabam por nos ajudar a formar os novos recursos humanos ao nível da especialização, focados no serviço de excelente qualidade».
A LIN realiza recolhas e entregas nos distritos da Guarda, Viseu, Castelo Branco e em Espanha. «No país vizinho, temos clientes na região de Salamanca e até vamos mais além. Temos um grande cliente em França. Um camião de roupa vai e vem semanalmente entre a Guarda e França».
O futuro da empresa será pautado pela expansão sustentável. «Continuar a fazer o negócio escalar de forma sustentável, sempre com os pés bem assentes na terra, sem grandes aventuras que nos possam colocar em “maus lençóis”, já que a finalidade é continuar a fazer crescer esta empresa». No curto prazo, poderá ser necessário mudar para um pavilhão maior, «neste momento, já estamos praticamente a atingir o limite da nossa capacidade».

Como tudo começou

Paulo Eugénio Estêvão, de 72 anos, pai de Paulo, iniciou o negócio há 30 anos. «Numa conversa com um amigo que era administrador do hospital da Guarda, ele disse-me que tinha adjudicado a lavandaria do hospital a uma empresa do Porto e, foi aí que se fez um ‘clique’. Porquê no Porto? Porque não uma empresa na Guarda que lhe fizesse esse mesmo serviço? A partir daí sondei o mercado e avancei. O primeiro passo foi tentar lavar a roupa do hospital. Na altura começamos com coisas mais pequenas até atingirmos o hospital e depois do hospital da Guarda fomos crescendo para outros clientes».

Presente e futuro

Afonso Estêvão, de 29 anos, entrou para a empresa em 2019. «Tirei uma licenciatura em engenharia industrial e, como o meu irmão estava a suceder ao meu pai na empresa, também teria todo o gosto em juntar-me à equipa e poder, de certo modo, ajudar a elevá-la para outros patamares. O meu papel aqui na empresa é de apoio, mas também enfrento desafios na produção como diretor operacional. Trato mais das máquinas devido à minha formação académica. É a área em que me especializei e, por isso, acabamos por nos complementar».

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