Cultura

Exposição de Filipe Rodrigues e do guardense Júlio Cunha abre oitavo SIAC na Guarda

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Escrito por Luís Martins

O Simpósio Internacional de Arte Contemporânea (SIAC) está de regresso à Guarda a partir desta quinta-feira sob o mote “Atrás de tempo, tempo vem”, com arte ao vivo em vários espaços da cidade até ao final do mês .

Organizado pelo município, o SIAC, que já já vai na oitava edição, inclui residências artísticas, oficinas, visitas guiadas, performances e intervenções no espaço urbano. Este ano participam mais de 35 artistas de áreas como a pintura, escultura, gravura, fotografia, arte digital, arte urbana, instalação, teatro de rua, poesia e música, espalhando-se por vários locais, como o Museu, as ruas da cidade, a Capela do Solar dos Póvoas, o Teatro Municipal, entre outros.

O evento associa-se às comemorações do 85º aniversário do Museu da Guarda, que será assinalado a 30 de julho. O espaço vai acolher várias exposições, a primeira das quais “Panorâmica II”, de Filipe Rodrigues e do guardense Júlio Cunha, foi inaugurada hoje na abertura do Simpósio.

Uma exposição evocativa de Jerónimo Brigas, escultor guardense já falecido; ‘Manuel Colmeiro: gravura em ponta seca’, cedida pelo Museo de Artes del Grabado a la Estampa Digital Ribeira, da Corunha (Espanha), e ‘Guarda: lugares e momentos que só eu sei’, organizada por Arménio Bernardo, são outras propostas. Durante a semana será também possível participar num curso de gravura e numa oficina de cerâmica e assistir à performance teatral “Frei Pedro da Guarda”, por Pedro Leitão e Ricardo Augusto, na capela de S. Pedro.

À semelhança das edições anteriores, o SIAC volta a aproximar a criação artística do público, com escultores, pintores e outros criadores a trabalhar ao vivo, a partir das 9:30, em diferentes pontos da cidade da Guarda. Nestas residências artísticas participam artistas oriundos de Portugal, Espanha, Ucrânia, Polónia e Cuba, cujas obras serão apresentadas no dia 31, no Museu da Guarda.

Do cartaz musical constam os concertos do trio de sopros da Orquestra Clássica do Centro, no terraço da Sé, no domingo (16h30); do quarteto Concentus Per Tempora Ensemble, na terça-feira (21 horas), no espaço ExpoEcclesia; e do pianista Mário Laginha, no pátio do museu guardense, na próxima quarta-feira (21h30).

 

 

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Luís Martins

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