Samuel Úria é a proposta do Teatro Municipal da Covilhã (TMC~) para sábado (21h30).
O músico português apresenta o novo e muito elogiado álbum “2000 A.D.”, inspirado pela realidade atual e pela frustração sentida com os sinais de regressão civilizacional que a mesma teima em apresentar. Em palco, as canções, novas e antigas, de Samuel Úria ganham nova dimensão e comprovam que é um dos mais interessantes cantautores nacionais do século XXI. Pelo TMC~ vão ecoar, entre outras, “Lenço Enxuto”, “É preciso que eu diminua”, “Teimoso”, “Fica Aquém”, “A Contenção”, “Kuchisabishii”, “Quem me aquece a voz” e “Um adeus português”. Nascido em Tondela, o cantautor e compositor leva para os palcos o blues do Delta do Dão, influenciado pelo punk, pelo rock’n’roll e pela estética “low-fi”, estilo e qualidade musical que lhe tem granjeado notoriedade desde 2008. A sua carreira inclui seis álbuns: “O Caminho Ferroviário Estreito” (2003), “Nem Lhe Tocava” (2009), “O Grande Medo do Pequeno Mundo” (2013), “Carga de Ombro“ (2016), “Canções do Pós-Guerra” (2020), “2000 A.D.” e dois EP (“Em Bruto”, 2008, e “Marcha Atroz”, 2018).


