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Novos vinhos e equipamentos reforçam capacidade de produção da Cooperativa de Pinhel

Escrito por Jornal O Interior

Synfonia branco (Grande Escolha) e tinto (Reserva), Encostas do Côa (Reserva) – exclusivo para a rede de hipermercados Continente – e D. Manuel I (Reserva do Enólogo). Estes são os nomes dos novos néctares da Adega Cooperativa de Pinhel, apresentados no passado dia 18 de setembro, data em que foi ainda relançado o vinho Síria (Grande Escolha), com uma nova embalagem.
Segundo Agostinho Monteiro, presidente da cooperativa, o lançamento destes vinhos é uma forma de «dar uma resposta mais heterogénea e global ao mercado» e permite que «o nosso portefólio de produtos satisfaça os nossos distribuidores, de forma a que exista uma oferta diversificada». O responsável acrescenta que a preocupação da Adega pinhelense é que «os produtos tenham uma boa relação qualidade-preço, compatível com a região onde nos inserimos» sendo que é «esse equilíbrio que tem permitido conquistar novos mercados».
A Adega Cooperativa de Pinhel, que conta com 1.400 sócios, é uma das maiores do país. De acordo com Agostinho Monteiro, «a região de Pinhel foi, na Beira Interior, aquela em que mais se aproveitou o Regime de Apoio à Reestruturação e Reconversão da Vinha (VITIS), com 800 hectares de vinha reconvertidos», tendo considerado que isso significa que «na nossa área de atuação temos agora uma vinha adaptada às novas exigências do mercado». O enólogo Luís Ribeiro, por sua vez, acrescenta que, devido à grande reconversão da vinha nesta sub-região, o «padrão do vinho mudou». Uma alteração representada pelo novo vinho Encostas do Côa, que possui «um perfil diferente, é fácil de beber e representa o que de melhor se faz nesta cooperativa», sublinha o engenheiro.

Novos equipamentos permitirão rentabilizar produção

A Adega pinhelense tem investido no melhoramento dos processos de produção, de forma a desenvolver os produtos, agilizar processos e assim aumentar a rentabilidade, num investimento total que ronda os 4 milhões de euros.
Agostinho Monteiro destaca a implementação do processo de termovinificação, a instalação de duas cubas de fermentação de brancos e rosés, de 250 mil litros, a melhoria do espaço exterior da cooperativa, bem como a aquisição de uma incubadora de leveduras e de uma máquina de extração de brancos por centrifugação. Relativamente a esta última, o enólogo Luís Ribeiro explica que é uma máquina «única no país, que mais ninguém possui», e que permitiu que «deixássemos de ter vinho de prensa». Em consequência, a Adega deixou de vender vinho a preços inferiores ao valor de mercado, tendo assim aumentado os lucros.

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