Foi a estreia e, pelos vistos, foi um sucesso. A Feira Farta realizou-se, pela primeira vez, no Pavilhão do NERGA e espaço envolvente e a grande maioria de visitantes e comerciantes gostou da mudança. As críticas quanto ao estacionamento e quanto ao espaço que havia para os comerciantes foram superadas nesta 10ª edição da Feira Farta – um dos certames favoritos dos guardenses.
Uma vez que a entrada na Feira Farta é livre e gratuita, não há uma contagem objetiva da quantidade de pessoas que passou pelo recinto, mas o autarca local, Sérgio Costa, afirma convictamente que foram «milhares e milhares de pessoas» que, além de «terem visitado a Feira também fizeram compras», comprovando que a Feira Farta «se afirma, cada vez mais, como um grande ponto de encontro do mundo rural – com os produtos endógenos do nosso concelho a invadir a cidade da Guarda».
As «alterações e evolução» feita pela autarquia já vinham de um compromisso «da edição do ano passado». Sérgio Costa recorda que para os «10 anos da Feira Farta» estava pensado «migrar para este espaço na nossa Associação Empresarial e sua envolvente, com uma área que corresponde quase ao dobro do que existia antes». O autarca da Guarda garante que este «é o caminho do futuro» com o objetivo de «continuarmos paulatinamente a crescer com a área expositiva das empresas mais ligadas à agricultura e pecuária, juntando todos no mesmo certame e disponibilizando uma oferta diversificada».
Temia-se que, porventura, deslocalizar a Feira Farta do centro da cidade da Guarda para o NERGA afastasse os cidadãos do certame, mas tal coisa não aconteceu. «O NERGA está no meio da cidade e muitas pessoas para se deslocarem para o local anterior, junto ao Mercado Municipal, também iam de carro – o que causava um verdadeiro caos e trânsito». Assim sendo, e tendo em conta que os transportes urbanos do município continuaram em funcionamento, «todos acabaram por passar pelo NERGA neste fim-de-semana».
Sérgio Costa não adianta promessas para a próxima edição da Feira Farta, com a justificação de que «agora é hora de fazer balanços, perceber os prós e contras, o que correu melhor e menos bem e tomar decisões para o futuro».



