P – Como surgiu o convite para ir para a selecção de futsal?
R – O convite surgiu através do seleccionador nacional, Jorge Braz, e, posteriormente, por parte dos dirigentes da Federação, proposta que aceitei de imediato.
P – Quais vão ser, concretamente, as suas funções dentro da estrutura do futsal?
R – As minhas funções vão passar por tudo o que está inerente a um treinador, como treinar os atletas, dar indicações e observar os jogadores seleccionáveis.
P – Quais são os seus principais objectivos pessoais para esta nova etapa?
R – Em primeiro lugar, quero integrar-me o mais rapidamente possível na estrutura e no projecto federativo. Depois, quero fazer tudo aquilo que me for pedido para ajudar a desenvolver a modalidade e tentar alcançar todos os objectivos desportivos a que a selecção se propõe.
P – Como é que deixa a equipa do Fundão? Deixa um grupo forte, uma equipa forte para o futuro?
R – Pela primeira vez vai haver poucas entradas e saídas na equipa. Neste momento há um grupo sólido e coeso, com bons jogadores. Agora, depende do treinador que vier. O que é certo é que este foi o ano em que menos mexidas houve no plantel, o que é, por si só, um factor de estabilidade.
P – O que diria se tivesse de apontar o melhor e o pior que lhe aconteceu ao longo do percurso no clube?
R – Os momentos negativos prendem-se com as dificuldades financeiras do clube. Por outro lado, foi um percurso de oito anos sempre a crescer. Fomos subindo de divisão até chegarmos à primeira, onde ficámos quatro anos. Nas duas últimas épocas fomos ao “play-off”, sendo que na última temporada alcançámos a melhor classificação de sempre do clube.



