A primeira edição do Festival Económico da Mêda decorreu há um ano e excedeu as expetativas iniciais. O certame contou com a presença de cerca de 90 expositores, área de animação e tasquinhas e contou com o apoio da Associação de Desenvolvimento Local – Territórios do Côa, sendo financiado pela União Europeia através do PROVERE e do Programa MAIS CENTRO.
O certame começou com a realização de um seminário sobre o tema da “Dinamização da Economia Local – Uma Aposta na Valorização do Território” no auditório municipal. Além da promoção dos produtos endógenos do concelho e da região, este evento foi um local privilegiado para a troca de experiências, de contactos, de partilhas e saberes, de conhecimentos essenciais à formação de uma mentalidade empreendedora. A primeira edição gerou uma grande mobilização dos empresários ligados à vertente agrícola, mas também do associativismo, das Juntas de Freguesia e do turismo, nas suas diversas vertentes, tendo culminado na realização do Iº Congresso de Arqueologia do Douro Superior e Baixo Côa, envolvendo a comunidade escolar e população em geral.
Em termos de animação, subiram ao palco os Quinta do Bill e Augusto Canário. O certame foi oficialmente aberto pelo então secretário de Estado do Poder Local, Leitão Amaro, numa cerimónia que contou com a presença dos autarcas dos concelhos vizinhos de Vila Nova de Foz Côa, Trancoso e Pinhel. Este ano, o Festival regressa nos dias 13, 14 e 15 de novembro tendo como cabeças-de-cartaz a banda Jackpot (na primeira noite), o artista Ruizinho de Penacova (na segunda) e o fadista Zé Perdigão, que vai encerrar o evento organizado pelo município. Tal como no ano passado, a iniciativa tem como objetivo «promover o que de melhor se produz na região, em especial no concelho de Mêda» e proporcionar aos visitantes a oportunidade de conhecerem e de adquirirem produtos locais. O IIº Festival Económico também inclui atividades de animação e culturais.


