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Nova esquadra da PSP da Covilhã arranca até ao final do ano

Director nacional garantiu que os «problemas burocráticos» que estavam a empatar a obra estão ultrapassados

Orlando Romano, director nacional da Polícia de Segurança Pública (PSP), garantiu em Castelo Branco, na última semana, que os problemas burocráticos que impediam, desde há muito, o avanço das obras da nova esquadra da PSP da Covilhã estão «ultrapassados». O anúncio foi feito durante as comemorações do 77º aniversário do Comando Distrital, que integra os efectivos da Covilhã e Castelo Branco.

Apesar de tudo, aquele responsável não conseguiu ainda adiantar uma data exacta para o avanço das obras, referindo-se apenas ao término «das questões burocráticas» impeditivas. No entanto, Carlos Pinto já assegurou, também na última semana, que a empreitada poderá mesmo arrancar «até ao final do ano». Recorde-se que a actual esquadra da polícia há muito que não oferece as condições necessárias para acolher os efectivos da PSP. A 2 de Dezembro do ano passado, Paulo Pereira Coelho, então secretário de Estado Adjunto do Ministro da Administração Interna, deu “luz verde” a este investimento, orçado em 993 mil euros, adjudicando-o à empresa Constrope. Isto, nove meses depois do anterior ministro, Figueiredo Lopes, ter aberto o concurso público para a construção. De resto, este processo remonta a 1998, altura em que a Câmara da Covilhã cedeu o terreno para a nova infraestrutura, que constitui, aliás, o principal pedido das forças de segurança e mesmo da própria autarquia. Dos 7,7 milhões de euros que serão canalizados para a Covilhã no âmbito do PIDDAC, 790 mil serão destinados a esta obra. O edifício, que deveria estar pronto em 2006, será dividido em dois blocos e contemplará todas as valências reivindicadas pelos polícias, como quartos, um posto clínico, gabinete médico, ginásio, refeitório e bar, salas de aulas, arrecadações, balneários, garagem, gabinetes modernos e material informático. Isto para uma gestão moderna na perspectiva do alargamento da área de jurisdição da PSP, que se mantém inalterável desde 1962, Mas também para acolher mais efectivos, podendo passar de Secção a Divisão.

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