P-Que expectativas tem para este novo mandato na presidência da mesa da Assembleia Municipal da Covilhã?
R-A nossa meta é dar um contributo significativo para que a Covilhã continue o seu desenvolvimento e tenha aquilo que merece. É importante que a Assembleia Municipal tenha uma colaboração conjunta com a Câmara. Não significa estarmos subalternizados, mas actuarmos em consonância. Aliás, os programas são comuns, portanto acho que há a necessidade de termos uma consonância também na acção.
P-Durante a campanha eleitoral apelou a uma maioria absoluta para desenvolver um bom trabalho na Assembleia Municipal…
R-Exacto. É fundamental que não haja boicotes. Um dos vários domínios da actividade camarária é a aprovação de projectos neste órgão e é evidente que não pode haver uma Assembleia Municipal em desacordo com Câmara. Caso contrário, aquilo que estaríamos ali a fazer era a boicotar trabalho. Não podemos estar a atrasar e a inviabilizar os projectos. Temos que ser céleres nas resoluções e firmes nas decisões. É isso que iremos fazer.
P-Espera portanto um mandato tranquilo?
R-Os mandatos são sempre tranquilos desde que os façamos segundo as regras democráticas e que tenhamos sempre firmeza nas decisões. É por estes factores que me pauto.
P-Que ajuda poderá dar ao executivo?
R-Toda a ajuda que uma Assembleia Municipal poderá dar, dentro das suas limitações. Trata-se de um órgão extremamente importante e representativo, e tem uma importância muito grande na colaboração estrita com a Câmara.
P-O que acha do facto de estar representada mais uma força política na Assembleia Municipal?
R-É um sinal de democracia. É evidente que, por vezes, nem todos podem estar de acordo com os nossos projectos. A oposição tem também os seus projectos e há alturas em que temos projectos comuns. Portanto, não vejo aqui qualquer entrave.


