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Luís Borges

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Num discurso objetivo e sem floreados, o presidente da Associação Humanitária dos Bombeiros Voluntários Egitanienses afirmou que a autarquia não pode tratar os bombeiros «como se fossem um clube», avisando de forma clara que se o problema do financiamento não for resolvido poderá em risco a operacionalidade da corporação. Luís Borges mostrou-se ainda contra a paralisação dos bombeiros, entretanto desmarcada, por não se rever numa atitude «corporativista» para resolver o problema. O que é raro num setor onde o unanimismo é rei.

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