Caros portugueses,
Este ano faz 100 anos que o nosso pais passou ao regime republicano. Um centenário de inovação. Embora no presente vivamos uma crise, poderemos ter um futuro risonho, um futuro promissor, livre e com uma boa economia. Mas será que esta república que vivemos hoje será boa para o povo português? Podemos considerar que sim e que não. Nos tempos de eleições vemos vários partidos a tentarem chegar ao poder e durante esses tempos os partidos pouco pensam sobre o que é melhor para o país. Em vez de lançarem “bocas” para deitar os outros candidatos abaixo, causando assim a separação de pessoas da mesma localidade (em alguns casos), deviam lançar-se propostas que contribuam para o desenvolvimento do nosso país. Temos de melhorar a nossa república de modo a impedir que o nosso pais caia outra vez numa monarquia. E na república democrática em que nos encontramos, a liberdade, a liberdade de podermos escolher a pessoa que melhor representará o nosso país é que levará este a uma melhor qualidade de vida.
Temos de pensar no nosso presente e no nosso futuro. Ninguém vê o futuro, mas somos nós que o fazemos. E como diz o ditado: “Somos nós que fazemos a nossa cama e que nos deitamos nela”. Este ditado aplica-se ao nosso país também. O nosso Presidente da Republica é que faz a “cama” do nosso país e somos todos nós que nos deitamos nela. Os nossos ministros também têm que pensar em soluções que nos satisfaçam agora no presente e daqui a uns anos no futuro.
As crianças são o futuro. Devemos apostar na nossa educação de modo a que o nosso país tenha bons engenheiros e médicos de modo a que melhoremos a nossa saúde e as nossas obras públicas; e a que tenha bons escritores e realizadores de modo a divulgar a nossa cultura no estrangeiro.
Vamos fazer Portugal um país ainda melhor, para que daqui a 100 anos tenhamos ainda mais orgulho em sermos portugueses!
Muito Obrigado,
Ruben Santos Caetano n.19 (10.º A)


