A 1ª fase da época de exames nacionais e de equivalência à frequência começa a 18 de junho desenvolvendo-se até ao dia 26 do mesmo mês. Depois, um intervalo de cerca de 3 semanas para preparar melhorias ou uma segunda chance de aprovação, começando a segunda fase a 13 de julho e acabando no dia 18. Os alunos tiveram de se inscrever para exames na 1ª fase, não podendo distribuir os exames (como muitos faziam) entre a 1ª e a 2ª fases. A 2ª fase estará reservada para os casos de melhoria ou de não-aprovação na 1ª fase.
Também este ano surgiu a hipótese de escolher Filosofia como uma das duas disciplinas sujeitas a exame no 11º ano, opção que não foi no entanto muito utilizada pelos alunos. Por outro lado os alunos puderam este ano escolher anular a matrícula até à penúltima semana de aulas, podendo também ainda nesta fase inscrever-se para exame. Novidade também o horário dos exames da tarde, marcados para as 14 horas. O exame de Português do 12º ano no primeiro dia será mesmo a essa hora.
Os testes intermédios, cuja época agora acabou e que foram considerados de modo geral mais difíceis que nos anos anteriores, fazem prever um grau de dificuldade mais elevado, receando-se que o ministro Nuno Crato queira já mostrar créditos em nome da “exigência” que prometeu.


