A Descer
Depois do caso Ricardo Robles, soube-se também que Catarina Martins tem uma participação numa empresa de turismo rural com empreendimentos no concelho do Sabugal. Os projetos foram apoiados por mais de 137 mil euros de fundo comunitários, mas, segundo fonte do Bloco de Esquerda, uma das casas é «disponibilizada para turismo nos períodos em que não é usada pelos seus proprietários». O que pode configurar uma alegada e indevida utilização dos apoios da UE. É caso para dizer: “Públicas virtudes, vícios privados”.


