A Universidade da Beira Interior (UBI) voltou a registar uma boa procura por parte dos candidatos ao ensino superior, já que sobraram apenas 78 vagas para a segunda fase de acesso.
Segundo os dados do Ministério do Ensino Superior divulgados na madrugada de domingo, na primeira fase ficaram preenchidas 1.186 das 1.245 vagas abertas e apenas sobraram lugares em sete cursos (Optometria e Ciências da Visão, Engenharia Eletrotécnica e de Computadores, Química Industrial, Engenharia Civil, Bioengenharia, Estudos Portugueses e Espanhóis e Informática Web). Nos restantes já não há vagas – a não ser que haja desistências. Medicina voltou a preencher todos os 140 lugares disponíveis e teve a média mais elevada da UBI: 17,6 valores foi a nota do último colocado. A segunda nota mais alta registou-se em Engenharia Aeronáutica, com 16,7 valores. Tal como no resto do país, também o curso de Engenharia Civil ficou deserto e não teve qualquer candidato, sobrando as 25 vagas atribuídas.
Para António Fidalgo, o ingresso de 1.186 novos alunos na UBI, mais 72 que no ano transato, representa «a melhor percentagem de preenchimento de vagas dos últimos anos» e confirma a «trajetória de crescimento» da universidade. «Os números divulgados dão conta da ocupação de 95,3 por cento das 1.245 vagas abertas em 29 cursos, dos quais 22 ficaram preenchidos num ano em que a instituição aumentou o número de lugares a concurso», refere o reitor. O responsável destaca também que seis cursos conseguiram candidatos com nota acima de 14 valores, o que «demonstra a boa capacidade da UBI em atrair bons estudantes do ensino secundário».
Perante estes resultados, António Fidalgo não duvida que a universidade é «a mais atrativa entre instituições similares fora do eixo litoral que vai do Minho a Lisboa».


