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Álvaro Amaro diz que sociais-democratas têm de falar «ao coração dos portugueses»

PSD

O secretário-geral do PSD, Matos Rosa, e Pedro Santana Lopes estiveram na Guarda na passada sexta-feira para a “rentrée” política dos sociais-democratas locais.

Num jantar muito concorrido, militantes e dirigentes “brindaram” ao primeiro ano do executivo liderado por Álvaro Amaro, que em setembro de 2013 foi eleito para a Câmara da sede do distrito que o PS detinha há 37 anos. Os socialistas também não foram esquecidos, desde logo com o líder da concelhia a criticar José Albano Marques, presidente da Federação do PS, por reclamar para o executivo de Joaquim Valente os “louros” nalgumas das obras levadas a cabo neste mandato. «Só quem não anda com os pés no chão e não quer ver mais que um palmo à frente do nariz é que pode por em causa o trabalho exigente desenvolvido pelo atual executivo municipal», afirmou Jorge Libânio. O PS foi o também um dos tópicos do discurso de Carlos Peixoto, para quem o PSD não tem que se preocupar com os socialistas. «Temos é que olhar para o nosso espelho e, se fizermos o que tem que ser feito, conseguimos lá chegar e vencer as legislativas», afirmou o presidente da Distrital, sublinhando que «a turbulência da crise cessou e os indicadores estão a crescer e são todos favoráveis».

Contudo, para o PSD ganhar as próximas eleições, Álvaro Amaro pediu aos camaradas que se empenhem e «falem ao coração dos portugueses, à sua compreensão» porque, «pela primeira vez na democracia portuguesa, pode ter valido a pena fazer sacrifícios». E o presidente da Câmara e líder dos Autarcas Sociais Democratas (ASD) lá recordou que «há três anos este país resvalava pelo Vale do Mondego abaixo, estava à beira da bancarrota. Isto não são palavras vãs, era a realidade».

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