por Beatriz Almeida (11º B)
Nascemos, vivemos, morremos. «A vida é um ai que mal soa». Vivemos com o objectivo de procurar a felicidade, algo que o Homem faz desenfreadamente desde os primórdios da vida. Felicidade é um termo muito relativo. Somos seres humanos integrados numa sociedade, e muitas das vezes, não fazer parte de certos círculos sociais faz-nos pensar que somos infelizes, que não temos ninguém. Para alguns, o bem-estar pleno depende de fazer parte daquele grupo de amigos, ter aquele jogo ou roupa, para outros depende apenas de ter comida na mesa, ou ser amado. Todavia, na maioria das vezes, a afirmação «sou feliz» é temporária. Somos um ser intermitente deste sentimento tão complexo. A felicidade acaba por escassear quando aquele jogo passa de moda ou aquela roupa deixa de servir, o que corrobora que a alegria, nestes casos, é, deveras, superficial.
Amor, outra palavra tão inerente a felicidade. O amor é uma força criadora que existe em cada homem e em cada mulher. O amor é o bem que há-de sempre vencer o mal. Viver é amar. Ser feliz é amar. Ser feliz é saber que por cada pessoa que ama há sempre outras que são amadas. Haverá felicidade sem amor? Por amor somos filhos e por amor haveremos de ser pais. Amor é o brilho que vejo nos olhos do meu pai quando me vê, ou na carícia da minha mãe. Saber que somos amados faz-nos felizes. Se um dia o meu corpo morrer, viverei em cada pessoa que me ama e que me recriará nos labirintos da sua memória.


