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Medicina na UBI sem desempregados

Ensino superior

Apenas um curso superior da região tem uma taxa de desemprego de zero por cento. É Medicina, na Universidade da Beira Interior, que num universo de 371 alunos, entre 2010/11 e 2013/14, não regista nenhum diplomado desempregado.

Na mesma instituição destaca-se ainda Optometria, com uma taxa de desemprego de 3,2 por cento, de um universo de187 regista apenas seis desempregados. No top três está ainda Biotecnologia, com uma taxa de desemprego de 3,3 por cento, isto é dois diplomados desempregados, de um total de 60. Já o IPG não regista nenhum curso sem desempregados, mas aquele que regista maior empregabilidade é Enfermagem, como apenas 2,2 por cento de desempregados, ou seja, cinco, em 228. Também Engenharia do Ambiente, com 5,9 por cento (dois desempregados em 34) naquele período, e Engenharia Informática, com 6,2 por cento (quatro em 65), são os cursos com menor taxa de desemprego.

Do outro lado da tabela, na UBI está Arquitetura, num total de 180 diplomados, 38 estão desempregados, o que corresponde a uma taxa 21,1 por cento, e no IPG é Comunicação e Relações Pública que tem a maior taxa de desemprego, 21,5 por cento, dos 79 diplomados entre 2010/11 e 2013/14, 17 não têm emprego. A nível nacional houve ao todo 50 cursos que reportaram uma taxa de desemprego de zero por cento, ou inferior a um por cento, de acordo com os dados divulgados na passada sexta-feira pelo Portal Infocursos. Por outro lado, 52 têm 20 por cento ou mais.

Os dados divulgados pelo Ministério do Ensino Superior resultam do rácio entre o número de diplomados do curso que se encontravam registados como desempregados no IEFP no final do ano passado e o número total de diplomados do curso no mesmo período (2010/11 e 2013/14). Ou seja, não contabiliza os ex-alunos desempregados que não se inscreveram nos centros de emprego.

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