A nona edição do Festival de Música da Beira Interior começou no domingo, em Castelo Branco, com o espetáculo “Pedro e o Lobo” protagonizado pelas classes de ballet e dança do Conservatório da Covilhã, musicado pela orquestra sinfónica da Escola Profissional de Artes da Beira Interior (EPABI). Na primeira parte, esta formação interpretará a “Sinfonia em Si Menor D 759 (inconclusa)”, de Franz Schubert.
Organizado pela Scutvias, com o apoio das autarquias envolvidas, o evento inclui quatro concertos com as seis escolas e uma associação de música da região em cidades ao longo da autoestrada A23. A 5 de abril as atenções viram-se para a igreja matriz do Fundão onde vão atuar o Conservatório Regional de Castelo Branco, com obras dos séculos XVII e XVIII, e grupos da Associação Cultural da Beira Interior que interpretarão a “Missa em Dó Menor”, de Luís Cipriano. O Conservatório de Música de São José da Guarda e a Academia de Música e Dança do Fundão sobem ao palco do Cineteatro de São Pedro, em Abrantes, a 10 de maio, para recordar Astor Piazzolla e tocar a “Misa Criolla”, de Ariel Ramirez, respetivamente.
O festival termina a 7 de junho no TMG (Guarda) com o “Concerto da Beira Interior”, em que uma orquestra sinfónica formada por alunos selecionados nas escolas de música erudita da região vão interpretar duas obras compostas especialmente para a ocasião por Luís Cipriano. A direção é de Rogério Peixinho, que terá como solista a soprano Dora Rodrigues, convidada para este recital de encerramento.



