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Tantos anos depois dos moradores do Bairro da Fraternidade terem sido votados ao abandono, finalmente a Câmara da Guarda olha para o elevado estado de degradação do bairro social, construído para acolher os portugueses vindos das ex-colónias. Álvaro Amaro já assinou um protocolo que tem em vista a recuperação de 22 casas e as obras deverão realizar-se nos próximos três anos. É urgente pôr mãos à obra, pois é inacreditável um cenário destes em pleno século XXI. Uma zona da cidade que não dignifica a Guarda.



