A descer
A cultura é a primeira a ser sacrificada em tempos de crise. É assim em Lisboa e também na Guarda, onde o TMG já teve melhores dias. Após a fraquíssima programação do primeiro trimestre de 2014, os responsáveis da Culturguarda voltam a desiludir com as propostas para os próximos quatro meses. A falta de dinheiro é real, mas não pode ser a única desculpa para o que está a acontecer. E o que está a acontecer é muito pouco para uma cidade que, em tempos, reclamou o título de “capital cultural da Beira Interior”. Ou também isso era um devaneio socialista?


