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Jorge Mendes

A Descer

Todos os argumentos parecem válidos para atrasar uma decisão definitiva no famingerado processo eleitoral para a presidência do IPG. Até os mais surpreendentes. Após ter perdido em duas instâncias, Jorge Mendes, presidente em exercício, recorreu para o Supremo Tribunal Administrativo a sustentar que o Tribunal Central Administrativo Sul se limitou «a conhecer de uma das ilegalidades invocadas, embora dispusesse dos elementos para conhecer as demais». Sim, leu bem, o vencedor das eleições de Março de 2004 socorre-se agora desse subterfúgio quando sempre disse que o processo eleitoral não teve nada de irregular. E com esta o professor trocou as voltas à justiça e voltou a dar de novo num processo sem decisão à vista.

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