Capas negras e fraldas brancas deram, na semana passada, o tom a uma serenata pela manutenção da Maternidade da Guarda. Na escadaria principal do Hospital Sousa Martins, os estudantes do Politécnico deram voz contra o eventual fecho daquele serviço e avisaram que voltarão a sair à rua para «defender a cidade» se for necessário, disse o presidente da Associação Académica da Guarda.
«Não faz qualquer sentido encerrar uma maternidade que tem condições e partos», acrescentou Sérgio Pinto. Estudantes, populares e alguns políticos de todos os quadrantes marcaram presença numa iniciativa com fados e muitas palmas, à falta de eferreás. Já a tuna feminina do IPG, a Egituna, compôs um tema especialmente para a ocasião, que diz que «o choro de uma criança/À Guarda há-de faltar» se a maternidade fechar.



