Opinião de Diana Santos: A Força da Renovação

Escrito por Diana Santos

O Partido Socialista vai a votos para eleger os seus órgãos concelhios e federativos para os próximos dois anos. Na Guarda, as eleições vão realizar-se no dia 19 de junho e nelas poderão participar todos os militantes do partido com quotas regularizadas até ao dia 4 de junho.
Porque há muito trabalho a fazer e porque tem que ser feito já, decidi avançar para esta corrida com o propósito de dar o meu melhor contributo para uma reestruturação urgente. Renovar protagonistas, ideias e ações; voltar ao território com constância para recriar laços, partilhar e construir o chão comum; definir uma estratégia cimentada pelos valores que nos unem e participada por todos; estabelecer uma ligação direta com as estruturas nacional e distrital do partido, por forma a reivindicar o apoio que a Guarda merece; dar provas de trabalho e mérito para que esse apoio não venha por favor.
Apresento-me, assim, como candidata à liderança da comissão política da Concelhia da Guarda do Partido Socialista, com responsabilidade e dedicação absolutas. Não vou sozinha, comigo está uma equipa heterogénea na militância, idade, profissão, mas que têm em comum algumas características, como: capacidade de trabalho; lealdade; compromisso; ideias e, sobretudo, uma genuína vontade de reconstruir o partido e de contribuir para a sua reimplementação no concelho da Guarda. Com uma visão missionária – porque entendemos que só assim se deve estar na política -, estamos unidos em torno deste propósito.
Nenhum dos elementos desta equipa precisa do partido para o que quer seja, no entanto, o partido precisa de todos nós e de muitos mais – dos que se hão de juntar, porque vamos trabalhar para reaproximar militantes e inscrever novos. O partido precisa de pessoas que lutem por uma ideia comum de sociedade, pela construção do bem de todos, pelos ideais socialistas. O partido precisa de pessoas que deem bons exemplos, que se movam sem interesses individuais ou jogos de bastidores para tentar derrubar o camarada que não querem ver à frente. Não é assim que se ergue um partido político ou qualquer outra instituição e quem isto não entender não perceberá que o seu contributo faz pior do que melhor ao seu desenvolvimento, porque nenhuma organização cresce sustentada na divisão, na intriga ou no desgaste interno, mas sim na confiança, no trabalho coletivo e na capacidade de unir em torno de um propósito comum.
É certo que o desafio que temos pela frente é exigente, mas é também uma oportunidade crucial. A oportunidade de devolver ao Partido Socialista da Guarda a proximidade, a credibilidade e a capacidade mobilizadora que fizeram dele, em tantos momentos, um instrumento decisivo de transformação do concelho. Por isso mesmo, estamos preparados para assumirmos o compromisso de trabalho, presença, diálogo e coragem para tomar decisões.
Queremos um partido aberto, ativo e respeitado, onde cada militante se sinta ouvido, útil e parte de um projeto coletivo maior do que qualquer ambição pessoal. Um partido capaz de voltar a afirmar-se junto das populações, das instituições, dos jovens, dos trabalhadores, dos empresários, das associações e de todos os que acreditam que a política ainda pode ser um espaço de serviço público sério e comprometido.
No dia 19 de junho, cada militante terá nas suas mãos a possibilidade de decidir que caminho quer para o futuro do Partido Socialista na Guarda. O nosso caminho é a Força da Renovação. A força com o propósito firme de construir, juntos, um Partido Socialista mais forte, mais próximo e melhor preparado para servir a Guarda.
Contem connosco e esperamos contar com a confiança dos militantes deste partido que tanto já deu à Guarda, para o que o possa continuar a fazer.

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Diana Santos

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2 Comentários

  • Tem hoje nesta página o tempo de antena necessário para se dar a conhecer
    Dizer verdadeiramente aquilo que vem
    O que pretende acrescentar ou devolver a esta cidade
    Um PS a muito dividido incapaz de apresentar ideias e convencer o eleitorado
    E certo que estamos longe de novas eleições autarquias não deixa de ser menos verdade que no tempo que corre o importante e deixarmos que quem hoje detém responsabilidades nesta câmara e gere os destinos desta cidade deve governar e no seu tempo será julgado por o que fez e sobretudo por aquilo que não fez
    Vivemos numa aldeia demasiado pequena com vícios de uma cidade grande
    Muito esta por fazer
    O PS precisa de arrumar a casa colocar os moveis no sítio
    Apresentar gente com espírito de e bem servir
    Gerir os destinos desta cidade e suas gentes exige acima de tudo um compromisso sério e lealdade para todos nós
    Não podemos não temos o direito de enganar nem defraudar o eleitorado
    Acredito que a política não se faz em tempos de eleições mas todo o ano
    Nesse sentido é preciso estar atento às promessas não cumpridas aos desejos por todos nos amantes desta cidade com especial apego e carinho para que a mesma não fique esquecida no seu infortúnio e insucesso
    Virar a página no tempo oportuno
    Encontrar soluções sem demagogia
    Acima de tudo ter a possibilidade de serviço sem ser servido
    A cadeira desta cidade não é para Reis nem Rainhas mas para alguém com espírito de serviço
    Conhecedor da realidade uma ligação a cidade e seus habitantes
    Um projeto de entrega assente na construção e união de uma região
    Com espírito de luta e entrega e bem servir
    Não podemos perder tempo a Cidade não merece mais que se torne num circo
    Mas um palco de ideias e obras que possam acrescentar valor absoluto

    Vasco

  • Acordei hoje uma manhã cinzenta aquilo que vi apesar do cheiro das flores e cantar dos pássaros foi a incerteza com que olho com desconfiança o futuro para esta cidade
    Uma cidade que não dorme
    Aqui no interior num Portugal cada vez mais desertificado as portas de Espanha onde o vento sopra por vezes envergonhado, e sem pedir licença nos convida a ter ideias quanto mais iluminadas com intuito de ficar gentes e captar investimento
    Apostar no turismo na cultura no desporto
    Estando tão perto de Barca d Alva tenho pena que está cidade e aldeias históricas não façam parte de um cartaz turístico onde certamente com algum investimento fossemos capazes de trazer a esta cidade turistas
    Gente que se desloca a Portugal pensando que apenas existe Lisboa e Porto e as praia no Algarve
    A nossa cidade tem tanto para mostrar se dar a conhecer
    Temos património temos gastronomia
    Temos e pode os cada vez mais investir em lazer quer no desporto náutico através do caldeirão ou nos passadiços
    Dar um rumo diferente ao único fui de água nesta cidade o Rio Diz
    Apostar no desporto jovem
    Uma ligação a Serra da Estrela
    Trazer esses ingleses de Barca de Alva que se passeiam no rio Douro
    Dar a conhecer este canto de Portugal
    Terras de Dom Sancho e outras grandes referências a nível da cultura
    Temos tanto mas tanto para dar a conhecer
    Está cidade na porta de fronteira afinal não está assim tão afastada
    Vive acorrentada onde mergulhou no abismo sem que se vislumbre uma mudança
    Talvez seja por castigo ou teimosia que muita gente com responsabilidade
    Se tenha esquecido de investir numa região numa cidade com esta nossa a Guarda
    E assim o tempo tão precioso que ainda temos nas nossas mãos nos convida a uma reflexão profunda
    O que somos o que queremos ter nesta Guarda
    Todos saímos a ganhar se mesmo pensando baixinho com ar deprimido em alguns minutos do dia vejamos sair do inconformismo
    Não sou político pois reprovei no casting
    Sou apenas e só um figurante
    Que assiste a distância o passar do tempo
    Numa cidade que reclama e me tentar ouvir
    Guarda sempre