A Câmara da Guarda assinlou, esta sexta-feira, o Dia Mundial do Ambiente com a apresentação da nova frota de autocarros elétricos e a inauguração do parque de lazer do Caldeirão.
Os cinco novos veículos de transporte de passageiros custaram cerca de 1,8 milhões de euros, grande parte dos quais financiados pelo PRR, tendo a autarquia investido perto de 500 mil euros. A aquisição dos veículos destina-se a substituir «de forma gradual» a frota do munícipio, privilegiando os autocarros elétricos, e com isso promover a descarbonização dos transportes públicos.
Já o Parque de Lazer do Caldeirão, na margem daquela barragem, resultou de um investimento da ordem dos 60 mil euros que permitiu criar um percurso pedonal ao longo da albufeira, uma zona de estacionamento ordenado e a colocação de equipamento para o espaço ser usufruído com conforto e segurança.
Na ocasirão foi também lançada a nova campanha “Guarda a Brilhar, Resíduos no Lugar”, dirigida para os biorresíduos, a compostagem, a correta separação e deposição de resíduos, os impactos dos dejetos caninos na saúde pública e a importância da preservação dos ecossistemas.




Muito esta por fazer nesta cidade
O transporte público não pode ser apenas para alguns sobretudo aqueles que vivem dentro da cidade
O transporte público num país democrático deve se assegurado para todos os contribuintes
Defendo uma mudança de mentalidade
O transporte público não pode ser visto como una benesse mas um direito
Servir a população de igual forma
Sem separar ou criar classes
Defendo que está cidade está mal e muito está por fazer
Não é aceitável o transporte nos fins de semana ser assegurado apenas a estação e a cidade num horário que quase não existe
Defendo que as aldeias da periferia devem sim ter uma rede de transporte público que possa server e ir de encontro às necessidades das pessoas
Dizem que os transportes públicos andam vazios
Mas nem a luz da lupa a gente os vê
Há bairros desta cidade que não têm transporte público
Mudam a concessão os anos passam mas a mentalidade é sempre a mesma
Olhamos para o transporte público como uma despesa e não um serviço que deve ser prestado
Apostar na mobílidade desta cidade e criar uma rede de transporte digna desse efeito
Os direitos num país democrático não podem ser visto como una benesse mas uma conquista da liberdade
Mudar de agulhas e mentalidades
Muito esta por fazer nesta cidade
E bonito ver carros elétricos nesta cidade
Mas se não for alargado a rede pública com vista a servir o máximo de gente e não apenas para as gentes desta cidade estamos longe de conseguir equilibrar equiparar com o intuito de servir apenas sem se olhar apenas a certas diferenças existentes
O equilíbrio numa sociedade democrática se faz por a prática de igualdade
Espero que isto possa mudar