O vereador do PSD em substituição, esquecendo que nas eleições autárquicas a candidatura defendeu a reabilitação do Centro Histórico da Guarda, votou contra a aquisição de imóveis naquela zona da cidade. O vereador poderia ter discordado da estratégia, dos valores ou do momento, mas preferiu um argumento vil, ignóbil e desonesto, dizendo que a empresa proprietária de um dos imóveis também é dona de um jornal e uma rádio, o que é falso. Falso e ridículo!
Como comentou outro vereador da oposição, António Monteirinho, do PS, «não podemos dizer constantemente que o Centro Histórico está degradado e em ruínas e depois votarmos contra quando nos é apresentada uma proposta».



