Na primeira carta da obra “Cartas a um Jovem Poeta”, de Rainer Maria Rilke, o autor aconselha o poeta a escrever apenas se a escrita for uma necessidade profunda e inquestionável. Rilke sugere-lhe investigar se a escrita é uma necessidade vital, aconselhando que, se a resposta for negativa, se deve renunciar a ela.
Ainda no ano passado, e depois de conversar com algumas pessoas, iniciei a ponderação para a possibilidade de avançar com uma candidatura à liderança da concelhia da Guarda do meu partido, o Partido Socialista. A vontade interior e o impulso já há muito tinham tomado a decisão de avançar.
Ciente da responsabilidade e do trabalho exigente e inerente, propus-me a assumi-los. Foi para isso que, aos 17 anos de idade, entrei na política, mais concretamente na vida partidária, para lutar pela construção de um projeto coletivo que melhorasse a vida da comunidade. Incapaz de ficar parada a ver o que acontece – como a Nêspera de Mário-Henrique Leiria –, prefiro assumir as rédeas da luta e dar o corpo às balas. Dentro ou fora de partidos políticos, porque a política é ativismo cívico, é transversal a toda a vida e em toda a vida interfere. Todo o homem é, ou deve ser, um «animal político», porque o homem não consegue viver isolado nem independente da vida em sociedade, como Aristóteles nos ensinou.
No dia 30 deste «maduro maio», apresentei publicamente o projeto da minha candidatura a este desafio e as certezas da «necessidade profunda e inquestionável» de avançar imperaram numa sala repleta de gente.
O sentimento coletivo que ali nasceu provou-nos que o projeto extravasou o domínio restrito e fechado, extravasou a sala, extravasou o próprio partido, extravasou-me a mim e extravasou os candidatos que compõem a lista.
“A Força da Renovação” é, antes de mais, uma construção coletiva. Não pertence a uma pessoa, nem a um grupo restrito. Pertence a todos aqueles que acreditam que a política continua a ser um instrumento nobre de transformação da realidade e de serviço ao bem comum. Pertence a quem se recusa a aceitar a resignação como destino e escolhe, em vez disso, participar, contribuir e construir.
Esta é a beleza da união e da verdade. A beleza de quem compreende que a política, na sua expressão mais autêntica, é um exercício de generosidade, responsabilidade e compromisso com os outros. A beleza de perceber que ainda há espaço para sonhar, para acreditar e para concretizar.
Estamos no caminho certo e sou muito grata a todos!
Havemos de nos elevar.



Gostava de a ver falar é sobre o PSU
Uma medida que ataca os mais pobres e que este governo ou desgoverno nos quer fazer
Nunca vi um deputado um ex autarca na fila do fundo de desemprego
Num a vi nenhum desses políticos a pedir ajuda na segurança social
Está medida que está para ser aprovada é um ataque a classe pobre
Depois nos admiramos que os jovens se vem embora e não temos mão de obra e somos obrigados abrir as portas a emigração
Mesmo que por vezes nos esqueçamos do quanto eles contribuem para pagar as pensões daqueles que já hoje estam na reforma
São políticas desta natureza que faz com que muitos de nós tenhamos de sair desse país
Um país que só tem espaço para classes superiores
25 de abril afinal está por cumprir
Quando um ataque a classe média ais pobres se prepara para ser votado
Tenho repúdio de um governo dito de direita faça pior que um governo de esquerda quando está no poder
Montenegro acaba com as reformas que procura impor pior que Passos Coelho e a Troika
Já não sei se Montenegro mudou de nome
E passa a ser Manto negro
Isto por existe neste momento um ataque aos pobres como se ser pobre ou classe média fosse algo que quem já assim nasce tenha de assim permanecer até ao fim dos seus dias
Fazer política é isto
Governar com equidade e respeitar os direitos
No fundo somos todos nos classe média e pobres que estamos a pagar as grandes mordidas dessa gente
Não me revejo neste país que se diz ser democrático mas tem políticas de perseguição aos pobres
Obrigar a trabalhar em sectores social
Se existe assim tanto trabalho então que se crie postos de trabalho e se retira gente do fundo de emprego
Todos estamos sujeitos a cair nessa situação
Ninguém quer e ninguém faz por acontecer
Como disse no início
Ainda vou ver um ex autarca um ex deputado na fila com um recrimento para preencher e assim também fazer parte dessa lista
Estamos assistir ao abate de gente com menos posses e as convidar a sair deste país
Um país que protege os poderosos e várias classes sociais
Quem governa deve ter em conta
Que as políticas têm de ser para todos de igual e não separar
A pouco tempo tivemos uma greve geral e outras se iram seguir até que este desgoverno tenha a coragem de governar sem perseguir os pobres e a classe média
Depois falamos num Portugal desertificado
Onde ninguém que ficar
Um dia não haverá gente com mão de obra qualificada
Será um pais de velhos a mendigar e esquecidos em tantos hospitais
Essa gente continua a ser uns protegidos uns privilegiados
E que enquanto houver Portugal pobres e ricos teremos sempre
Porque os ricos vivem a custa dos pobres
25 de abril esta por cumprir