Manuel Dâmaso, guardense de gema, recorda a cidade mais alta como sendo «calma e tranquila». Há quem considere que «é até demais, mas certo é que se torna uma cidade mais segura e com qualidade de vida», considera.
Para o jovem nascido em 2000, o problema da cidade está na «evolução a um ritmo muito brando na área das oportunidades de emprego e também nas ofertas culturais». São «falhas graves» numa capital de distrito para Manuel Dâmaso, que dá um exemplo. «Devia haver mais dinâmica na PLIE, há bastantes terrenos vendidos, mas não há construção de novas empresas, ou seja, não há novas oportunidades de trabalho», lamenta. Para o jovem, é «fundamental» investir no parque industrial e PLIE.
Vários são os investimentos de destaque na visão dos jovens nascidos em 2000, ano em que foi fundado o jornal O INTERIOR. Manuel Dâmaso escolheu olhar para a vertente do turismo e decidiu destacar a criação dos Passadiços do Mondego como uma das obras estruturantes dos últimos anos na Guarda. «É uma coisa fantástica. Dinamiza a economia daquela zona, Vila Soeiro, Trinta, toda a zona do Vale do Mondego. Há muita gente nova a fazer aquele percurso – dos mais novos aos mais velhos», realça. O jovem guardense nota que todos os fins-de-semana, e principalmente desde que começa o bom tempo, «há autocarros de grupos e excursões a visitar os Passadiços, que estão bem feitos e valorizam a nossa natureza as nossas gentes e a cidade».




