P- Qual a situação atual da Filarmónica Recreativa Carvalhense (FRC)?
R- A Filarmónica Recreativa Carvalhense trabalha arduamente para manter o seu nível artístico e o prestígio que granjeou ao longo dos anos, quer no país que no estrangeiro.
P- Quantos músicos têm a FRC no ativo?
R- Atualmente a Filarmónica Recreativa Carvalhense conta com quarenta elementos no ativo.
P-Sabemos que tinham alguns problemas no edifício da sede, neste momento estão resolvidos?
R- Os problemas existentes no edifício da nossa sede social eram ao nível da cobertura que causava algumas infiltrações, provocando a degradação das paredes interiores e que atualmente se encontra definitivamente resolvido.
R- Que apoios/ subsídios tem a coletividade?
P- O apoio que a Filarmónica dispõe é a cotização dos associados. Os subsídios são da Junta de Freguesia, da Câmara Municipal da Covilhã, da Fundação Inatel e da associação Rude.
P- O atual executivo da Câmara Municipal da Covilhã tem colaborado com a instituição?
R- Até à presente data, o executivo da Camara da Covilhã não tem colaborado com a Filarmónica Recreativa Carvalhense. Mas estou convicto que a situação será ultrapassada.
P- Quais são as perspetivas para 2015?
R- As perspetivas para 2015 são manter o nível artístico da Filarmónica Recreativa Carvalhense, apostar na formação de novos executantes oriundos da nossa escola de música, proporcionar aos associados eventos de índole cultural e recreativo de qualidade e, a longo prazo, fazer a renovação do instrumental e do fardamento.
P- Tem sido fácil resistir à crise e à desertificação?
R- Não tem sido fácil resistir à crise no sentido em que as atuações e os apoios concedidos à Filarmónica são em menor número, o que motiva menos receita e condiciona os órgãos sociais desta coletividade a atingirem muitas das vezes os objetivos a que se propõem. No que à desertificação diz respeito, a Filarmónica Recreativa Carvalhense não é exceção em relação às suas congéneres/associações, sentido a falta de massa humana, sobretudo jovens, para as suas fileiras, para ingressarem nos órgãos sociais, o que coloca em causa o futuro e a sobrevivência das instituições.


