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Festival Y na Covilhã, Guarda e Fundão

Festival de artes performativas contemporâneas que dá destaque aos novos criadores decorre até ao final do mês

Começou, ontem, na Covilhã a sétima edição do Festival Y, que a Quarta Parede vai promover até ao final do mês também na Guarda, Fundão e Torres Novas. Como habitualmente, o Festival de Artes Performativas apresenta alguns dos mais importantes espectáculos contemporâneos das artes de palco.

Da dança à música, da multimédia às dramaturgias emergentes, a organização deu preferência a novas produções e novos criadores, «sempre a pensar no espectador como primeiro destinatário de objectos artísticos que dificilmente fariam itinerância pelo interior do país», refere Rui Sena, director artístico do evento. Depois de “Eurovision”, pelo Teatro Praga, o Y prossegue no Teatro Municipal da Guarda (TMG) no dia 16 com a dança contemporânea de Olga Mesa em “Solo a ciegas [con lágrimas azules]”. A 17 de Outubro será a vez de A Moagem, no Fundão, receber “Íman”, uma coreografia de Filipa Francisco, Wonderfull’s Kova M & convidados. No dia 22, Helena Botto e o projecto Transferências apresentam a performance “O Álbum” no auditório do Teatro das Beiras e dois dias depois o festival volta a subir ao palco de A Moagem e do TMG. No Fundão, Rita Natálio protagoniza a performance/improvisação “Nada do que dissemos até agora teve a ver comigo” e, na Guarda, David Fernández estreia o espectáculo de teatro/multimédia “El corazón, la boca, los hechos y la vida”.

Para 28 de Outubro está agendada a ópera multimédia “Itinerário do Sal”, pelo Miso Ensemble, no TMG, enquanto o projecto Mala Voadora encena, no dia seguinte, a performance “O decisivo na política não é o pensamento individual, mas sim a arte de pensar a cabeça dos outros (disse Brecht)” no auditório do Teatro das Beiras, na Covilhã. O Festival Y termina dia 31 n’ A Moagem com “Windowmatter”, um espectáculo de música transdisciplinar de Adriana Sá.

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