Pinhel recuou no tempo, no último fim de semana, até ao reinado de D. João I, Mestre de Avis, para evocar o papel decisivo da então vila na defesa da independência de Portugal durante a crise de 1383-1385.
Este foi o mote de mais uma edição da feira medieval da agora “cidade-falcão”, à qual, como forma de reconhecimento, D. João I «terá enaltecido a bravura dos pinhelenses, atribuindo à vila o título simbólico de Pinhel Falcão, Guarda Mor dos Reinos e Senhorios de Portugal», lembrou a autarquia. Promovido pelo município, o evento começou com um cortejo que contou com a participação da comunidade escolar. Durante o fim de semana houve um mercado medieval, torneios a cavalo, música, dança, teatro, artes circenses e espetáculos de fogo. As tabernas serviram “manjares” e outras “perdições” gastronómicas tradicionais, enquanto o “voo do falcão” voltou a atrair as atenções dos visitantes. Já a ceia medieval, realizada no sábado, contou com a participação de mais de 300 comensais, segundo a autarquia, que organizou o evento.



