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Enfermeiros contratados exigem mais estabilidade

SEP organizou acampamento simbólico frente ao Governo Civil da Guarda

O Sindicato dos Enfermeiros Portugueses (SEP) promoveu, na segunda-feira, um acampamento simbólico em frente do Governo Civil da Guarda para exigir «emprego mais estável» para os 75 profissionais contratados do distrito.

Segundo o delegado sindical Joaquim Nércio, com esta acção, que incluiu a montagem de duas tendas de campismo no jardim do Largo Frei Pedro, os enfermeiros exigem que os contratos previstos para terem a duração de um ano «sejam por tempo indeterminado e que não haja uma mobilidade excessiva». A nova contratação dos enfermeiros vai ser feita ao abrigo da legislação definida pelo decreto-lei 276-A/2007, em vigor desde 1 de Agosto, que determina que os contratos a termo certo de profissionais de saúde em situações excepcionais passem de três meses renováveis para um máximo de um ano, não sendo renovados os actuais. O mesmo dirigente considera que o número de vagas que vier a ser aberto no distrito – para o Hospital Sousa Martins, Hospital de Seia e Centros de Saúde – deve ser «igual ao número de enfermeiros contratados e que fiquem aqueles profissionais que estão, porque já deram provas do seu trabalho». Na segunda-feira o SEP vai iniciar na Guarda a “Rota da Precaridade”, que terminará a 18 em Lisboa, com uma concentração frente ao Ministério da Saúde.

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