Sociedade

Assembleia Municipal apoia localização de GAE na Guarda

Escrito por ointerior

Tal como O INTERIOR noticiou na última edição, o presidente da Câmara da Guarda desafiou o Governo a localizar na Guarda uma das seis novas Áreas de Acolhimento Empresarial que foram anunciadas pelo ministro da Economia e da Coesão Territorial (uma delas no Centro de Portugal).
Na sequência, José Valbom, deputado do PG, apresentou na AM desta segunda-feira uma moção direcionada ao Governo, a «instar que seja localizado na Guarda uma das grandes áreas empresariais», uma vez que o concelho guardense é a «porta de saída e entrada para a Europa, estamos no sítio certo, e o Plano Diretor Municipal (PDM) acomoda tudo o que é preciso para o mundo empresarial».
Ricardo Neves de Sousa apoiou a tomada de posição e descreveu esta oportunidade como «rara» e uma «daquelas que tem potencial para alterar o rumo de um território durante décadas». Na ocasião, o social-democrata deixou também um apelo às estruturas locais do PSD, «deputados e todos os representantes social-democratas com responsabilidades institucionais para que façam desta candidatura uma prioridade política junto do Governo». «É nos momentos decisivos que os partidos demonstram a sua capacidade de influenciar, de defender os seus territórios e de transformar oportunidades em realidade», considerou.
Já o deputado socialista Rui Ribeiro lembrou que «há 20 anos ambicionámos o que hoje é a PLIE», pelo que, daqui para a frente, «acompanharemos de perto os desenvolvimentos deste projeto que será, porventura, a primeira prova de fogo para a empresa municipal Guarda Viva».
No período reservado ao público, Cremilda Almeida, diretora do Centro Comunitário de Ação Social de São Vicente, foi à tribunal pedir a Sérgio Costa que justificasse as razões que levaram a autarquia, em julho de 2022, a retirar aquela IPSS do edifício onde funcionava, no centro histórico, e que tinha sido cedido para o efeito. Desde então, o espaço é ocupado pela Universidade Sénior e Associação de Professores Aposentados da Guarda. Uma situação com a qual a responsável não se conforma, tendo apelado aos deputados para que «impulsionem a sua rápida resolução» e permitir ao Centro Comunitário «aceder ao seu património, que ronda os 500 mil euros». Sérgio Costa não respondeu.

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