Sociedade

António Monteirinho alerta para estatuto aduaneiro e fiscal do Porto Seco

Escrito por ointerior

Os alertas, avisos e preocupações acerca do processo do Porto Seco têm vindo a ser partilhados e debatidos pelos vereadores e deputados em reuniões do executivo da Câmara da Guarda e Assembleias Municipais. Recorde-se que, na mais recente Assembleia Municipal, o deputado social-democrata Ricardo Neves de Sousa questionou como vão ser os acessos ao Porto Seco e em que ponto estão as variantes da Sequeira e dos Galegos – uma vez que «uma infraestrutura logística desta dimensão vai gerar tráfico pesado e não podemos construir uma grande plataforma logística para depois transformar bairros residenciais em corredores de camiões».
Ora, na reunião quinzenal do executivo, António Monteirinho levantou as mesmas preocupações, mas alertou que para o Porto Seco ser «uma infraestrutura alavancadora da atividade económica, tem de ter uma valência – o estatuto aduaneiro e fiscal, porque se não tiver essa valência, é apenas um entreposto comercial entre as mercadorias que circulam entre o litoral e o interior, e o interior e a Europa». No entanto, o socialista está esperançoso que a reunião de Conselho de Ministros, que se vai realizar esta quinta-feira, 1 de outubro, na Guarda, «possa trazer prendas para a cidade, nomeadamente a assinatura dos protocolos em relação às duas variantes».

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