Cultura

SIAC: «Música contemporânea é um nicho e não deveria ser», diz Martim Sousa Tavares

Escrito por Sofia Craveiro

O Conservatório de Música São José da Guarda foi hoje palco de masterclasses de “Linguagens e técnicas da música contemporânea”. Os músicos da Orquestra Sem Fronteiras (dirigida pelo maestro Martim Sousa Tavares) ensinaram elementos relativos à interpretação de música contemporânea aos alunos do conservatório e a quem estivesse interessado em participar. Piano, percussão, violino, viola d’arco, violoncelo, flauta, clarinete foram os instrumentos incluídos no programa das masterclasses, que decorreram em simultâneo.

Presente na sessão, Martim Sousa Tavares afirma que «música contemporânea é um nicho e não deveria ser», acrescentando que «quando era aluno adorava ter tido uma experiência deste género».

O programa desta sessão dedicada à música contemporânea inclui ainda a projeção do filme de 1951 de Hans Namuth “Jackson Pollock 51”, seguida da palestra “Escutar o Silêncio”, pelo maestro Martim Sousa Tavares, no Cine-teatro da Guarda.

A tarde é encerrada com um concerto da Orquestra Sem Fronteiras que interpretará obras de John Cage e Morton Feldman, no auditório do Conservatório. Esta atividade precede ainda o filme espanhol “El espíritu de la Colmena” de Víctor Erice, exibido no pequeno auditório do Teatro Municipal da Guarda.

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Sofia Craveiro

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